Ricardo Rocha, de 48 anos, reiterou sua convicção de ser filho de Gugu Liberato e compartilhou detalhes do relacionamento entre sua mãe, Otacília Gomes da Silva, e o apresentador. Durante uma entrevista com Roberto Cabrini no programa Domingo Espetacular, o empresário mencionou que sua mãe e suposto pai se encontraram apenas em duas ocasiões, resultando em uma gravidez em 1974.
“Ela costumava ir diariamente buscar pão para a família com quem trabalhava e encontrava com ele regularmente. Surgiu uma amizade, uma paquera. Eles começaram a conversar. Naquela época, ele trabalhava em uma imobiliária”, recordou Ricardo.
Em seguida, ele revelou que Gugu e sua mãe tiveram apenas dois encontros íntimos: “O relacionamento durou meses, entre o segundo semestre de 1973 e o início de 1974. Eles tiveram relações íntimas duas vezes, em um hotel no bairro da Lapa, possivelmente no mesmo hotel”, afirmou.
Ao abordar o assunto do teste de DNA, o empresário expressou sua convicção de ser filho do apresentador, afirmando: “Estamos cada vez mais perto de descobrir a verdade. Eu irei até o fim. Eu sinto que ele é meu pai” e acrescentou: “Eu tenho características semelhantes a ele”.
Quando questionado sobre o motivo de não ter procurado Gugu enquanto ele ainda estava vivo, Ricardo explicou que temia a exposição. No entanto, seu objetivo atual é apenas descobrir a verdade sobre seu pai: “Nunca tive a intenção de buscar benefícios materiais. Meu objetivo é realizar o teste”.
As filhas gêmeas de Gugu, Sofia e Marina, de 19 anos, já se ofereceram para fornecer amostras de sangue para o teste de comparação genética. Isso evita a necessidade de exumar os restos mortais do apresentador.
Ricardo compartilhou também que sua mãe revelou a identidade de seu verdadeiro pai quando ele tinha entre 10 e 11 anos. No entanto, devido às dificuldades enfrentadas durante sua infância, ele não conseguia dar muita atenção a esse assunto:
“Foi uma infância extremamente difícil. Passei fome e cheguei a passar duas noites na rua, já quando estava mais crescido. Fomos despejados duas vezes e eu não tinha para onde ir. Cheguei a dormir em cima de uma árvore”, lembrou o empresário.